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Pernambuco, 07 de abril de 2020

Saúde

Vigilância Sanitária faz orientações sobre o comércio de alimentos no São João

A partir desta sexta-feira (15), o comércio de alimentos no São João de Petrolina estará funcionando

Postado em 13/06/2018 2018 15:15 , Saúde, Semiárido. Atualizado em 13/06/2018 15:18

Agentes realizam fiscalização e orientação de comerciantes para o comércio de alimentos no São João 2018.Foto: Divulgação.

Com a aproximação do São João, os trabalhos da Agência Municipal de Vigilância Sanitária de Petrolina, no Sertão, são intensificados para garantir que os estabelecimentos sigam as recomendações necessárias para o comércio regular de alimentos no período junino.

 

Os ambulantes que atuam no município foram capacitados para garantir melhor segurança alimentar, também foram orientados os proprietários de estabelecimentos aptos a atuar no São João de Petrolina. A liberação para que esses profissionais atuem com o comércio de alimentos no município durante a festa, é a partir desta sexta-feira (15).

 

A população deve ficar atenta ao comércio de alimentos no período junino

 

Apesar das orientações da Vigilância Sanitária para que o comércio de alimentos ocorra da melhor forma, a população também deve ter atenção para escolher o melhor lugar para se alimentar.”As pessoas devem dar preferência a comidas leves e saudáveis. Verificar se o local escolhido é limpo, se o manuseio dos alimentos é feito com luvas e se está com o fardamento completo. Lembrar que é proibida a utilização de colheres de pau e coadores de pano. Com relação a bebidas, não aceitar gelo-escama durante o fornecimento. Caso perceba que esses itens estão sendo descumpridos, procurar outro local e denunciar aos fiscais presentes”, ressalta a fiscal sanitária, Islanne Soares.

 

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Segundo a agência, a fiscalização do comércio de alimentos durante a festa será realizado todas as noites. No primeiro dia, uma equipe composta por oito fiscais irá garantir que a comercialização seja feita de acordo com as normas sanitárias. “São medidas de prevenção, já que o consumo de produtos sem inspeção pode acarretar doenças transmitidas por alimentos (DTAs)”, frisou.

 

Em 2017, além das orientações, os fiscais recolheram produtos sem registro; com prazo de validade expirado, além de alimentos armazenados em caixa de papelão. Foram aplicadas 16 notificações.