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Pernambuco, 29 de maio de 2020

infraestrutura

Nova gestão gera economia de mais de 600 milhões em Itaipu

Esse valor leva em conta redução de gastos não essenciais e melhor uso de recursos, além do corte no orçamento de 2020. Saldo permitirá investimentos em grandes obras.

Postado em 28/10/2019 2019 13:20 , infraestrutura, Últimas Notícias. Atualizado em 28/10/2019 13:20

General Silva e Luna, diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional

Em apenas oito meses, a nova política de reestruturação da gestão de Itaipu, implementada pelo diretor-geral brasileiro, general Joaquim Silva e Luna, gerou uma economia de mais de R$ 600 milhões. Esse valor inclui desde o corte de gastos não essenciais, como compra de passagens aéreas e deslocamento de empregados, até a redução do orçamento previsto para 2020, algo em torno de R$ 218 milhões.

Esse saldo positivo equivale ao total de investimentos que Itaipu fará nos próximos três anos em obras estruturantes, como a Ponte da Integração Brasil- Paraguai, bem como a Perimetral Leste e a modernização do Hospital Ministro Costa Cavalcanti, um dos mais importantes do Sul do País que tem, entre suas especialidades, o atendimento especializado em câncer.

Além disso, está investindo em obras no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, como ampliação da pista de cargas e duplicação do acesso, e também em obras na pista de pouso e decolagem do terminal. A pista atual é hoje um dos principais gargalos que impedem a cidade de concorrer com grandes destinos turísticos e atrair voos internacionais.

O bom resultado obtido  é reflexo de uma série de medidas adotadas em consonância com as diretrizes do presidente Jair Bolsonaro,  baseado nos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

Em oito meses no cargo, a atual administração de Silva e Luna identificou e implementou mudanças significativas na forma de aplicar o dinheiro da usina; colocou em prática uma política de transparência e ética em todos os processos de gastos em respeito ao consumidor. A ideia não era cortar o essencial, mas sim,  eliminar os gastos que não têm aderência à missão de Itaipu, empregando bem qualquer recurso.

“É a Itaipu de 2019 pensando na Itaipu de 2023, quando a dívida estará totalmente quitada e o Anexo C passará por uma revisão, conforme prevê o Tratado. Até lá, a usina será uma empresa enxuta e competitiva”, garante o general.

Patrocínios

Um dos casos mais emblemáticos de redução de custos foi com os patrocínios. As ações e atividades patrocinadas que não tinham aderência à missão da usina foram cortadas, dando  prioridade aos patrocínios que deixem legado para a população. Com essa mudança de validação, a redução chega a 60%, uma economia de nada mais nada menos do que R$ 16.398.187,12.

FONTE Usina de Itaipu