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Pernambuco, 26 de maio de 2020

Geral

Internet completa 50 anos cercada de polêmica

A tão discutida velocidade do tempo, que passa quase imperceptivelmente é fruto desse processo tecnológico que  encurta caminhos e liga pessoas deixando-as desapercebidas da passagem do tempo.

Postado em 03/11/2019 2019 13:25 , Geral, Últimas Notícias. Atualizado em 03/11/2019 13:30

Intenet e suas influencias no tempo

Hoje os tempos são outros, e tudo evolui numa velocidade antes inimaginável; só para se ter uma idéia; a cada minuto, 188 milhões de e-mails são enviados, 41 milhões de mensagens de textos são trocadas pelo WhatsApp e FB Messenger, 4,5 milhões de vídeos são vistos no YouTube, 3,8 milhões de buscas são realizadas no Google, 2 milhões de snaps são publicados, 1,4 milhão de perfis são vistos no Tinder, 1 milhão de pessoas se conectam ao Facebook, 390 mil aplicativos são baixados de lojas como Play Store e App Store (Apple) e 87,5 mil pessoas tuítam.

Acesso à internet pelo telefone celular popularizou-se a partir da década de 1990

A tão discutida velocidade do tempo, que passa quase imperceptivelmente é fruto desse processo tecnológico que  encurta caminhos e liga pessoas deixando-as desapercebidas da passagem do tempo. Assim são as nuances da vida moderna, só para se ter uma ideia, neste momento,  57% da população mundial está conectada a internet, são  4,3 bilhões de pessoas se comunicando ao mesmo tempo;  45% dos habitantes do planeta usam redes sociais, cerca de 3,5 bilhões de pessoas, conforme o relatório Digital 2019, da empresa We Are Social. Somente o Facebook tem 2,4 bilhões de usuários, enquanto o Google chega a 2,4 bilhões de internautas com o sistema operacional Android e a 2 bilhões com sua plataforma de vídeo YouTube.

Tudo isso teve início no dia 29 de outubro de 1969, e completou   50 anos na semana passada. Tudo  inícioou com  a transmitido de um pacote de dados entre computadores de duas universidades diferentes na Califórnia, Estados Unidos, fruto  de pesquisas feitas por acadêmicos sob os auspícios de uma agência militar do governo daquele país, que criou uma rede denominada Arpanet. Anos depois, em 1973, Vinton Cerf e Robert Khan criaram o protocolo TCP/IP, que seria a base do transporte de informações na rede.

Desde então  o mundo tomou uma nova conformação A década de 1980 marcou a introdução de diversas tecnologias fundamentais relacionada à internet no mercado. Foi a fase de difusão de computadores pessoais e portáteis, de roteadores que permitiam a conexão entre diferentes redes e de telefones celulares, que nas décadas seguintes seriam terminais essenciais para a difusão da rede.

Na década seguinte, outros tipos de serviços de informação e comunicação ganhariam popularidade. É o caso das redes sociais, com o Friendster, em 2002, o Linkedin, em 2003, e o Facebook, em 2004. No ano seguinte, o audiovisual online ganha impulso com a criação do YouTube, que viria a se tornar a maior plataforma de publicação e consumo de vídeos do planeta. A facilidade de publicação de conteúdo e a participação em redes sociais e fóruns motivou a ideia de uma web 2.0, marcada pela participação e pelo caráter social.

A década de 2010 trouxe a difusão global da internet, a ampliação da sua base de usuários e a consolidação desses grandes agentes, alcançando bilhões de pessoas. O smartphone torna-se o equipamento eletrônico mais difundido do mundo e puxa a expansão e novas formas de conectividade ininterrupta e ubíqua, bem como o acesso a serviços não mais por sites, mas por aplicativos, ou Apps.

Como toda essa evolução tecnológica, os problemas começara a surgir e  ganharam visibilidade com  à ampliação da presença de pessoas no ambiente virtual. A internet deixou de ser um espaço apenas ocupado por usuários mais ricos ou por elites universitárias para se transformar em um cenário mais próximo da sociedade, refletindo também conflitos e comportamentos problemáticos. Por causa das fraquezas humanas, há uma atenção para coisas como notícias falsas e sensacionalismo, além do fato de as pessoas quererem ser notadas. As companhias de redes sociais tiraram vantagens dessas limitações culturais e educacionais, talvez propositalmente, mas o tempo continua correndo, não para, vamos em frente.

Com informações da Ag. Brasil