Facebook jornal do sertão Instagram jornal do sertão Whatsapp jornal do sertao

Pernambuco, 21 de maio de 2024

Ciência e Tecnologia

É do Sertão o segundo maior Telescópio Brasileiro

O observatório de Itacuruba no sertão de Pernambuco é um Guardião da Terra para Monitorar Asteroides com risco de colisão com nosso Planeta 

Postado em 04/01/2021 2021 17:10 , Ciência e Tecnologia, Últimas Notícias. Atualizado em 04/01/2021 18:43

O fotógrafo Chico Rasta registrou o céu noturno. Observação do céu na Praça de Eventos de Itacuruba.

O Observatório Astronômico do Sertão de Itaparica, conhecido por OASI , foi construído com o objetivo de estudar e monitorar asteroides e cometas em órbitas com risco de colisão com a Terra, no famoso cinturão entre Júpiter e Marte .

O observatório foi criado em 2011  por esforço do Grupo de Pesquisa em Ciências Planetárias do Observatório Nacional (ON) do Brasil em parceria com o Programa Internacional Impacton,  denominado Iniciativa de Mapeamento e Pesquisa de Asteroides nas Cercanias da Terra,  no Observatório Nacional .

A Descoberta do Asteroide Itacuruba que gravita na via Láctea

O nosso OASI, recentemente, conseguiu batizar um asteroide, com o nome ITACURUBA, “imortalizando” o município na história da ciência astronômica mundial, pela sua descoberta aqui no sertão pelos cientistas do OASI

A grande celebração do Asteroide Itacuruba

Evento comemorativo “Asteroide Itacuruba”   02 de junho de 2017

O evento foi idealizado para comemorar a nova denominação do Asteroide.  O nome Itacuruba foi sugerido pela equipe do Observatório Astronômico do Sertão de Itaparica (OASI) como uma homenagem à cidade onde está instalado, e anunciado durante o congresso científico “Asteroids, Comets, Meteors – ACM”, realizado no Uruguai, lembra e ressalta o Prof. Antônio Carlos Miranda, professor do Departamento de Física da UFRPE, Doutor em Astrofísica pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e Coordenador do projeto Desvendando o Céu Austral e,   desenvolve também,  um trabalho com OASI .

Um outro notável monitoramento pelo (OASI) Observatório Astronômico do Sertão de Itaparica.  O observatório também monitora o asteroide Marcgrave na via Láctea,  entre Júpiter e Marte. Esse asteroide tem vínculo histórico com Pernambuco   pois a sua denominação foi dada em homenagem a Jorge MARCGRAVE. Astrônomo da comitiva de Maurício de Nassau,  que construiu o primeiro Observatório Astronômico das Américas e do Hemisfério Sul no Recife.

Tecnologia Robótica move o Observatório de Itacuruba

Ainda esclarece e explica Prof. Miranda, com detalhes, como funciona o Observatório do Sertão. .O nosso OASI é pioneiro na utilização o telescópio robótico, que acompanha remotamente todas as imagens e dados coletados. Ele é o segundo maior do Brasil, com   espelho principal medindo 1,0m de diâmetro. A cúpula de 7m de diâmetro e 5,5m de altura.

Está em Rede Remota,  além do Brasil,  conta com. instituições de pesquisa no Exterior

O OASI  juntamente com a Austrália é considerado um dos maiores observatórios do hemisfério Sul.

Um jovem com apenas 10 anos conta com reconhecimento internacional

OASI, Observatório Astronômico do Sertão foi construído em 2006, e começou a funcionar em 2011. É um equipamento do Ministério de Ciência e Tecnologia,  dirigido pelo Observatório Nacional (ON/RJ). O OASI opera remotamente direto do ON/RJ e  às vezes presencialmente). É dedicado à pesquisa de asteroides em rota de colisão com a Terra, os NEOs (sigla em inglês – Near Earth Objects.

Professor Antônio  Miranda – Imagem UFRPE

Pesquisas Nacionais e Internacionais nascem aqui no Sertão no OASI lembra o prof. Antônio Miranda

Atualmente, o OASI vem ampliando o alcance de suas ações, instalando pequenas estações de monitoramento em instituições de ensino e pesquisa na Região Nordeste, como o Instituto Nacional do Semiárido (INSA), em Campina Grande (PB), e a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). .Além de acordos internacionais com instituições de pesquisa e ensino no exterior nos Estados Unidos , Europa e Ásia. Além de servir de apoio aos Mestrados e Doutorados em Astronomia Planetária no Brasil e no Exterior , esclarece o Prof. Miranda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.