
Enquanto o aeroporto de Serra Talhada, em operação há menos de um ano, tem uma vocação para atender as demandas interna de transporte, visto seu raio de abrangência com cerca de 26 cidades de Pernambuco, suprindo as demandas de passagiros dos polos médicos e educacionais da região do Pajeú, considerados de grande impotância para o desenvolvimento, o de Petrolina abrange além das demandas interna, demandas internacionais de voos, com um fluxo bastante impulsionado pela Região do Vale do São Francisco, maior exportador de frutas do Brasil.
Diante desse verdadeiro turbilhão de oportunidades oriundas do Sertão, não à toa, empresas do porte da Azul, a maior companhia aérea do país em número de voos diários e destinos atendidos; e a GOL Linhas Aéreas, operam na região.
Serra Talhada e Petrolina se mantém com rotas da Azul mesmo na pandemia
A Azul, por exemplo, revela que mesmo com a pandemia, não deixou de atuar na aviação regional, mantendo a conectividade do Brasil por via aérea. Só em Pernambuco, por exemplo, operam voos em cinco bases. “Na capital Recife, nas cidades de Petrolina, Serra Talhada e Caruaru e na ilha de Fernando de Noronha, conectando o estado à malha doméstica e internacional da companhia”, afirma a companhia.
Pandemia reduz fluxo da GOL no Sertão
Com concentração de sua base operacional no Sertão situada no Aeroporto de Petrolina, a GOL Linhas Aéreas precisou readequar seu fluxo de voos nesse período de restrições.

De acordo com a empresa, que opera normalmente de Petrolina com dois voos diários sem escalas para São Paulo e um voo diário sem escalas para Salvador, este último em operação com a parceira VOEPASS, esse tráfego sofreu alterações. “Em razão das restrições recentes geradas pela pandemia da covid-19, a oferta foi readequada e atualmente a GOL está com um voo diário para São Paulo e sem voos para Salvador”, explicou, por nota, a Companhia.
Contudo, a GOL atua com a expectativa de retomar a operação regular a partir de junho deste ano, conforme evolução da demanda.












