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Pernambuco, 08 de dezembro de 2021

Educação

IFPE Afogados oferecerá capacitação profissional em Agroindústria

Projeto de Extensão selecionará 10 bolsistas no Sertão do Pajeú que irão receber uma bolsa no valor mensal de R$ 500,00.

Postado em 09/09/2021 2021 00:01 , Educação. Atualizado em 09/09/2021 00:36

Jornalista ,

 

A Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco – FACEPE, através do Edital FACEPE nº 12/2021, do Programa de Extensão Tecnológica – PET aprovou o projeto de Extensão “Programa de Capacitação em Boas Práticas de Fabricação, voltadas para o Processamento de Produtos Agroindustriais no Sertão do Pajeú” do IFPE Afogados. A iniciativa é da professora do Curso Técnico de Agroindústria Denise Josino e tem como instituição parceira a Rede de Mulheres Produtoras do Sertão do Pajeú, uma organização composta por 26 grupos de mulheres agricultoras e artesãs de municípios da região.

Foto divulgação

 

A etapa inicial do projeto será um curso de 30 horas voltado não só para estudantes do IFPE – Campus Afogados, mais também para profissionais da área e pessoas interessadas na temática, que será ofertado para 50 participantes de maneira remota. Este curso irá ocorrer no mês de setembro/2021. Na segunda etapa do projeto serão selecionados 10 estudantes participantes da capacitação para atuarem como bolsistas do projeto pelo período de 3 (três) meses (outubro a dezembro/2021), os quais irão receber uma bolsa no valor mensal de R$ 500,00.




De acordo com a professora integradora do projeto professora Denise Josino, a execução deste projeto irá trazer benefícios para os consumidores, pois irá garantir que os alimentos que serão comercializados e produzidos na região passem por um rigoroso processo de certificação da qualidade, e também para os empresários que, trabalhando aplicando as boas práticas, podem ampliar a venda dos seus produtos em outras cidades e estados.
“Os participantes do curso e os estudantes envolvidos no projeto serão multiplicadores do conhecimento e, a longo prazo, espera-se que as condições de preparo de alimentos ocorram de mais maneira mais adequada, conforme preconiza a legislação de boas práticas de fabricação”, complementou a professora.