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Pernambuco, 10 de abril de 2024

Educação

Mês de feveiro, colorido de sangue, de vida! Por Diedson Alves

As cores vem com um tom humanitário de uma cura, de uma conscientização da própria alma, em prol da salvação da própria espécie humana em que ao longo dos meses do ano constroem um mosaico que dá vida à própria vida.

Postado em 01/02/2022 2022 19:01 , Educação. Atualizado em 01/02/2022 19:03

Colunista

Prof. Diedson Alves Mestre em Ciência da Educação

“O homem é por natureza um ser social” portanto, a sua relação com o mundo, com a sociedade, ratifica sua existência, seus papéis sociais, num mosaíco que exige cuidados e principalmente prevenção, por isso, o roxo e o laranja trazem uma reflexão profunda sobre a conscientização, com o roxo, da lúpus, o mal de alzheimer, da fibromialgia e o alaranjado a leucemia.

A relevância é imensa e a referida coluna tem por intuito, por não existir um calendário oficial, tornar cada vez mais conhecidas a campanha das cores no que tange a saúde, a empatia, a cidadania e a consciência.

Portanto, quanto mais informações, quanto maior a divulgação, quanto maior a quantidade de pessoas envolvidas e engajadas às ações, melhores e mais abrangentes serão os resultados, de uma sociedade que conhece e que cuida.

Vejo nessas campanhas algo muito mais profundo que as cores e a relação com as doenças, ela coloca em xeque o resgate do ser humano, num momento em que, segundo o sociólogo e filósofo polonês Zygmunt Bauman, “vive-se em uma época de grande barbárie e de pouca solidariedade”.

“São tempos de alta competitividade, guiados pela lógica da acumulação de bens e das aparências. Em nome dessa nova ideologia, os indivíduos se permitem agir passando por cima de valores que sequer chegaram a formar. O que importa é ser reconhecido, ser admirado, ter acesso a uma infinidade de produtos e serviços e usufruir o máximo do prazer”.

Com isso, as cores vem com um tom humanitário de uma cura, de uma conscientização da própria alma, em prol da salvação da própria espécie humana em que ao longo dos meses do ano constroem um mosaico que dá vida à própria vida.