
Abril de ressignificados | Por Diedson Alves
O quarto mês do ano nos dá a possibilidade de abrirmos nosso coração, nossa mente para acontecimentos históricos que marcam o presente mês, pois o mesmo nos apresenta de forma completa, com uma infinidade de eventos significativos.
Postado em 05/04/2022 19:00

Nesses trinta dias teremos: “Semana Santa”. Foto: Divulgação
“Abril é o quarto mês do calendário gregoriano e tem 30 dias. O seu nome deriva do Latim Aprilis, que significa abrir, numa referência à germinação das culturas”.
O quarto mês do ano nos dá a possibilidade de abrirmos nosso coração, nossa mente para acontecimentos históricos que marcam o presente mês, pois o mesmo nos apresenta de forma completa, com uma infinidade de eventos significativos.
Nesses trinta dias teremos: “Semana Santa”, que nos traz uma reflexão profunda sobre nossa própria existência; “Descobrimento do Brasil”, marcando todo o processo de colonização da nossa terra; morte de Tiradentes e a construção de um herói nacional; além dia dos índios, com todo o embate econômico, social vigentes na contemporaneidade.
Isso me faz lembrar, ao analisar o mês de abril, o escritor Paulo Coelho: “A cada novo dia, a cada momento, temos à nossa disposição a maravilhosa possibilidade do encontro, que traz em si infinitas oportunidades. Precisamos apenas estar atentos”.
Atentos para compreender o simbolismo que a páscoa representa, que a exploração colonial nos transformou e os entraves históricos ainda presentes, a luta por dias melhores a partir de ideais e tudo aquilo que os nativos representam como: resistência, identidade e meio ambiente.
Segundo Cortella: “Há um ditado chinês que diz que, se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um carregando um pão, ao se encontrarem, eles trocam os pães; cada um vai embora com um. Porém, se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um carregando uma ideia, ao se encontrarem, trocam as ideias; cada um vai embora com duas. Quem sabe, é esse mesmo o sentido do nosso fazer: repartir ideias, para todos terem pão.”
Que assim seja Abril, um mês que possamos nos ressignificar diante de profundas reflexões desde a nossa própria existência por meio de nossas crenças, nossa ancestralidade, nossa história, nossa identidade.