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Pernambuco, 11 de junho de 2026

Educação

Médico esclarece sobre os riscos da contaminação da Covid em Crianças

O Jornal do Sertão ouviu o Médico,  Dr. Anderson Armstrong que preside a Comissão de Acompanhamento e Monitoramento de Ações de Prevenção do Coronavírus da  Univasf,  sobre o risco de contaminação da Covid -19, em crianças

Postado em 28/02/2021 07:25

Colunista
Jornalista ,

Foto Divulgação

O médico cardiologista e presidente da comissão responsável pela elaboração, acompanhamento e monitoramento,  de ações de Prevenção do Coronavírus na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). Dr. Anderson Armstrong, ponderou que a Covid-19,  tem baixo risco em crianças.

Crianças e a Covid-19

“É muito raro ter uma complicação em crianças, diferente do que a gente tem visto em adultos. Então, se a gente pensar de forma paralela,  em outras doenças, o H1N1 tem um risco muito maior para as crianças, e a gente não viu fechamento de escolas,  de forma regular, mesmo na pandemia de H1N1. A Covid-19 tem um risco muito baixo para as crianças. Menor do que H1N1, menor do que meningite e muitas outras doenças,  que a gente vem convivendo dentro do âmbito escolar há muito tempo”, explicou o médico.

Escolas Abertas em outros países

Dr. Anderson Armstrong comenta relação das crianças com a Covid-19

Dr. Anderson,  destacou ainda,  que mesmo na pandemia causada pelo novo coronavírus, muitos países seguiram com as escolas abertas. “Muitos países europeus, por exemplo, não fecharam as escolas,  justamente devido a esse risco baixo e, a gente,  não viu uma explosão de casos graves entre as crianças”, afirmou.

Crianças são vetores?



No entanto, sobre a criança acabar virando um vetor para a doença, o médico afirma que os estudos mais recentes demostram,  que o risco de transmissão, também é potencialmente menor. “Os estudos e observações, têm demonstrado é que,  as crianças transmitem menos  que os adultos. Então, aparentemente, o papel da criança ir para a escola com todas as medidas de segurança, não ampliaria muito a taxa de transmissão da doença”, finalizou o Dr. Armstrong.

JS Educação